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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

As Cinco Forças de Porter

As Cinco Forças de Porter
Segundo (Serra, Torres & Torres, 2004), o modelo de analise do ambiente externo por meio das cinco forças da competitividade , que foi desenvolvido por Michael Porter na década de 70. Nelas mostram quanto é essenciais as forças rivais de um ramo de negócios  para o desenvolvimento de uma plano estratégico.
A figura acima mostra como as cinco forças de Porter permite analisar o grau de atividade do setor de economia.
As cinco forças de Michael Porter são:

Rivalidade entre concorrentes - A questão da rivalidade no mercado de trabalho deve-se considerar em partes as atividades dos concorrentes diretos. Aqueles que irão vender o mesmo produto no mesmo estabelecimento. É uma das forças mais significativas das cinco forças.
Barreiras à entrada de concorrentes - É necessário observar as atividades e planejamentos de empresas concorrentes, pois pode ter ameaças na entrada de novos integrantes dependendo das situações existentes contra a sua entrada. Estas barreiras podem atrapalhar o aparecimento de novos concorrente em um determinado setor. Algumas das principais barreiras são: Economia de Escala; Capital Necessário; Acesso aos canais de distribuição.
Poder de barganha dos compradores - Esta força ela tem tudo haver com a decisão de compras sobre os atributos do produto avaliado, principalmente se tratando de preços e qualidades, tendo assim o poder quando o setor de compras tem um grande volume e os produtos que serão comprados são padronizados. 
Poder de barganha dos fornecedores - Os fornecedores já tem o poder de venda quando o setor é dominado por poucas empresas fornecedoras, já os produtos são exclusivos e diferenciados e o custo de traca de fornecedores são muito elevados. 
Ameaça de Produtos ou bens substitutos - Esse tipo de força é quando o produto não é o mesmo que o seu mais atende com a mesma necessidade de uso. Isso poderá fazer com que as concorrências avaliem o produto, e com isso fazendo com que possa ser substituído por um produto mais em conta com a mesma utilidade do outro.


Como passar numa auditoria de TIC sem problemas

Como passar numa auditoria de TIC sem problemas  

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A TIC ou seja tecnologia de informação e comunicação é uma área que esta sempre em auditoria. Quando ela não esta em auditoria de especifica ela esta em uma auditoria de negócios. Quando a auditoria não tem observações sobre a não conformidade ela é encerrada sem alardes sendo assim não identificada em alguma não conformidade e seu desgaste será gigantesco.  
Os objetivos não é apropriadamente a auditoria mais os processos de planejamento e controle, ela é apenas uma forma de controlar os recursos de investimentos na área. 
Objetivos auditorias são reconhecidos pela organização. Cada membro tem a função de ser instruído para um tipo de informação para cada competência que houver, sendo assim para poder passar ao auditor, cada mensagem será única e não dependem de opiniões individuais dos membros do grupo. 
As auditorias de TIC são constituídas em framework de governança de TI CobIT. O CobIT é necessário para que se possa ter a orientação das melhores praticas de cada área da organização da equipe de TI, ele possui quatro quadrantes básicos que é: Planejamento e Organização; Aquisição e Implementação; Entrega e Suporte; e, Controle e Avaliação, tudo isso é necessário avaliar para o investimento de processo e controle nas mudanças para pode se implantar e o CobIT não é dispensado . 
Geralmente as áreas de TIC em auditorias avaliam os desempenhos de áreas nos seguintes pontos de controle: alinhamento de TIC com objetivos de negócios; controle e segurança da infra-estrutura, incluindo o datacenter; controle e segurança logica; controles nos sistemas que estão em produção ; e o processo e controles nos desenvolvimentos dos sistemas. 
Para que seja possível fazer o alinhamento da TIC necessita de ter os problemas dentro do BSC - (BALANCE SCORECARD). Além disso poder garantir que os investimentos de TIC sejam alinhados para que se tenha todos os recursos necessários para poder implantar seus projetos.  
É sempre bom manter segura a segurança física da infraestrutura de TIC. Os itens de planejamento de capacidades, acessos físicos a equipamentos de hardwares e softwares são alvos fortes para as auditorias.  
Um dos itens mais críticos da área de TIC é a segurança das informações pois, pequenos descuidos de informações e acessos físicos não autorizados podem causar vários danos perigosos dentro da área. Um dos pontos que mais causam falhas na área de TIC, é o esquecimento de renovar as senhas; não desmembrar funcionários que não estão mais nas empresas fazendo que eles ainda consigam acessar as informações da empresa, funcionários com os privilégios de acessos as empresa, entre vários outros fatores. 
Sistemas que estão em andamento de produção são alvos mais cobiçados para poder se avaliar se estão funcionando corretamente como planejados. Eles precisão saber onde tem falhas para que possam ser corrigidas antes do termino do projeto para que não haja riscos de falhas ou qualquer vazamento de informações sobre o projeto. 
O desenvolvimento de uma auditoria necessita de toda a metodologia para analise de requisitos de um desenvolvimento e precisa ser totalmente testado. Para isso a equipe precisa de um treinamento especifico para o planejamento de implantação, os gerente e analistas precisão ser qualificados e treinados. A área de TIC é usada muito na metodologia pelo mercado, é preciso ter as ferramentas corretas para seu desenvolvimento e a metodologia de pessoal treinado. 
Para que se possa evitar problemas de conformidade, a equipe de gerentes de TICprecisa estar alinhada e comprometida as praticasDevem ter autoridades e ser rigorosos nas suas opniões de execução e não podem aceitar falhas no processo , pois se uma única pessoa comete erros e falhas no projeto podera comprometer a equipe toda a isso.

Fatores críticos de sucesso

Fatores críticos de sucesso


Os fatores críticos de sucesso, em inglês Critical Success Factor (CSF), são os pontos chave que definem o sucesso ou o fracasso de um objetivo definido por um planejamento de determinada organização. Estes fatores precisam ser encontrados pelo estudo sobre os próprios objetivos, derivados deles, e tomados como condições fundamentais a serem cumpridas para que a instituição sobreviva e tenha sucesso na sua área. Quando bem definidos, os fatores críticos de sucesso se tornam um ponto de referência para toda a organização em suas atividades voltadas para a sua missão.
Só é possível alcançar um bom alinhamento entre as características do negócio e as capacidades da empresa quando as suas competências centrais correspondem aos factores críticos de sucesso da indústria. Quando as organizações fazem bem (competências centrais) aquilo que tem de ser bem feito (factores críticos de sucesso), conseguem ter o êxito desejado. Pelo contrário, se as empresas apenas desempenham bem as tarefas pouco importantes ou não se superiorizam à concorrência nas variáveis realmente decisivas, acabam por não ser bem sucedidas.
Fatores Críticos de Sucesso também são fatores que definem as principais orientações que a gestão deve seguir na implementação de um verdadeiro controle sobre os processos de Gestão da Informação.
Exemplo de fatores criticos de um RESTAURANTE
² Atender bem e manter profundo respeito pelos clientes.
² Manter a equipe constantemente treinada.
² Adquirir produtos de natureza conhecida e qualidade comprovada.
² Controlar o volume de consumo e sobras para reduzir os índices de desperdício.
² Manter o ambiente agradável e limpo.
² Elaborar campanhas sucessivas de propaganda e marketing.
² Servir as refeições exatamente nos horários previamente determinados.
² Oferecer facilidades de pagamento: cartões de crédito e débito, vale-refeição.
² Realizar convênios com empresas para ajudar a diluir o custo fixo.
² Oferecer convênios com estacionamentos para estimular a demanda.
² Realizar pesquisas de satisfação com frequência para avaliar o desempenho e corrigir os problemas apontados.

Trade-Off

O Trade-off representa um conflito de escolha, é uma decisão onde você precisa abrir mão de uma coisa em função de outra. De forma simples, podemos dizer que quando um requisito melhora o outro piora. Por exemplo, no projeto de um automóvel não da para o conceito do produto ser ao mesmo tempo velocidade e também capacidade de transportar cargas. Quanto mais cargas o automóvel transportar mais lento ele será. Quem corre mais, uma Ferrari ou um caminhão? Quem transporta mais cargas? .


Na vida existem muitos trade-off ' s e nas empresas não é diferente .No projeto de um produto ou de um processo de operações muitos trade-off´s aparecem e a equipe precisa decidir qual caminho seguir. Perguntas como: Vamos possuir serviços de luxo ou serviços econômicos? O que o meu público alvo espera? O que os meus concorrentes já estão fornecendo? Quais as oportunidades o mercado oferece?

Quem não se lembra do caso recente da Gol quebrando paradigmas no mercado de aviação brasileiro? Mais um exemplo de trade-off. O que os clientes precisavam: Custo ou Diferenciação? Quando a Gol entrou no mercado percebeu que muitos potenciais clientes no Brasil não voavam devido aos preços elevados das viagens, com tantos serviços incluídos no pacote o preço não atendia a muitas pessoas. A Gol reprojetou o serviço para atender a essa classe e o resultado foi um sucesso. O que ocorreu depois foi o Efeito Gol onde todas as demais empresas do setor se remodelaram também. Elas perceberam que a importância do custo para os clientes era alta e que a Gol passou a ter o melhor desempenho no mercado, era hora das demais empresas se reestruturarem ou perder fatias significativas no mercado.

A Metodologia 5S em TIC

O que é a metodologia 5s e como ela é utilizada
A metodologia 5S tem sido desenvolvida de forma eficaz e participativa nas empresas através de fundamentos de fácil compreensão e capacidade de apresentar resultados expressivos.  Isso responde a questão daqueles que se perguntam: “por que cada vez mais empresas investem na aplicação dos 5S?” A resposta é simples: porque é uma ferramenta baseada em idéias simples e que podem trazer grandes benefícios para as empresas.
Dentre as ferramentas, surge o Programa 5S que de acordo com os autores pesquisados, serve para desenvolver a cultura dos funcionários, transformando o pensamento e as ações dos colaboradores, buscando melhorar as condições dos ambientes nos quais os colaboradores vivem, inclusive o ambiente de trabalho, no sentido físico, lógico e mental.
A origem do Programa 5S ocorreu no Japão logo após a Segunda guerra Mundial, com o objetivo de reestruturar a economia do país. Surgindo no final da década de 60 foi notado que as fabricas japonesas eram muito desorganizadas e sujas. Com a implantação do 5s se obteve uma grande contribuição para a recuperação das empresas através da mudança de hábitos e pratica diária de bons costumes. (JESUS; 2003).
A aplicabilidade do programa 5s foi de grande sucesso, pois conseguiu reerguer um país destruído, com sua população em pânico. Sendo assim um dos grandes motivos que fizeram outros países utilizarem-lo, com o objetivo de reduzir desperdícios e aumentar a produtividade. (DESIDÉRIO; 2007).
O programa é o conjunto de cinco palavras japonesas: Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu e Shitsuke, que não tem uma tradução única para o português, porém, foram dados significados em sensos, e que ao serem praticados, são capazes de modificar o humor, o ambiente de trabalho, a maneira de conduzir suas atividades rotineiras e as suas atitudes.
Respectivamente, o senso de: utilização, ordenação, limpeza, saúde e autodisciplina. O programa é diretamente ligado ao comportamento das pessoas. A implantação do programa é o melhor método para se chegar a qualidade total, porém não é uma tarefa fácil pois as organizações dependem do envolvimento de todos os funcionários uma vez que cada pessoa tem uma maneira única de perceber as coisas. (CAMPANI; MENEZES, 2008).
Para os autores, melhorar a qualidade é uma das principais metas para que uma organização satisfaça mais seus clientes. A empresa deve gerir a qualidade tanto em seus processos quanto nos resultados, aliado à melhoria contínua da qualidade de vida de seus profissionais.
Definiremos a seguir o significado de cada senso: O primeiro senso é o de utilização, que significa manter somente os recursos necessários para executar as tarefas diárias. Tendo como objetivo principal a utilização dos recursos disponíveis, com bom senso e equilíbrio, evitando, assim desperdícios desnecessários. (SILVA; 1996).
No segundo, ordenação, o objetivo é que cada objeto tem um lugar específico para ser armazenado corretamente. Com intuito de padronizar seus recursos utilizando uma comunicação visual na qual, o material seja de rápido acesso. Para que este senso seja usado de forma eficaz deve ser aplicado de forma que melhore o ambiente físico facilitando o fluxo de materiais dispondo de acordo com as vezes que lhe fora solicitado sendo armazenado de acordo com sua importância e semelhança. (SILVA; 1996).
Já no de limpeza, atribui-se como objetivo praticar a limpeza de maneira habitual e rotineira e deve-se, sobretudo, não sujar. Para que o senso seja praticado corretamente todos na organização, não apenas os responsáveis pela limpeza e higienização, deverão contribuir com este objetivo. Por isto, o responsável pela plantação deverá distribuir tarefas entre os colaboradores da empresa. É de extrema importância que os colaboradores sejam responsáveis pelo setor no qual passem o maior tempo no expediente causando um exemplo positivo para os demais setores. (SILVA; 1996).
No quarto senso, saúde, o objetivo deste já é alcançado ao se praticar os anteriores de maneira adequada sendo, apenas, necessário manter as condições de trabalho, físicas e mentais, favoráveis à saúde. Porém, algumas alterações no ambiente de trabalho também resultam em maior produtividade para que os colaboradores tenham maior conforto tais como: uma melhor iluminação, uma melhor ventilação nas áreas de trabalho, a ginástica laboral para que os colaboradores evitem dores e fadigas musculares tendo, assim, uma disposição física melhor. (SILVA; 1996).
Por fim, o último que é o da autodisciplina, tendo como significado a prática contínua dos sensos anteriores. Com o objetivo de fazer com que as pessoas se comprometam na busca da melhoria contínua em nível pessoal e organizacional. E, para que este senso seja praticado eficientemente é necessário que as pessoas envolvidas façam com que a prática deles torne-se um hábito, tendo consciência de fazer sua parte diariamente. (SILVA; 1996).

CONTROLES: O EQUILÍBRIO ENTRE A EFICÁCIA E A EFICIÊNCIA  (resumo do cap.8)







O ambiente das organizações vem demandando, cada vez mais, medidas e técnicas para um maior controle e, consequentemente, obter um equilíbrio dentro dos processos. O equilíbrio das organizações irá envolver todas as áreas, caracterizando como um processo contínuo e integrado para a tomada de decisões. Constata-se que tudo o que é feito dentro de uma organização, a ação em si, está associado ao conceito de eficiência, enquanto que aquilo que é alcançado, o resultado, está relacionado à eficácia.Enquanto que eficiência significa fazer bem e corretamente, empregar do melhor modo os recursos disponíveis, eficácia significa, simplesmente, atingir objetivos e resultados. Normalmente, processos eficientes (eficiência), levam aos resultados desejados (eficácia), mas pode-se fazer certo as coisas erradas, o que representaria eficiência, mas não a eficácia.Quando se procura compreender a relação entre as organizações e o ambiente externo, chega-se à conclusão de que elas são sistemas abertos, ou seja, mantém uma dinâmica interação com seu meio ambiente, sejam clientes, fornecedores, concorrentes, entidades sindicais, órgãos governamentais e outros agentes externos.
Uma organização ideal seria ao mesmo tempo eficaz e eficiente, de modo que as suas ações  aplicadas aos recursos obtenham o máximo de aproveitamento. Uma vez que esse conjunto de ações fosse eficiente, obteriam êxito na conquista de um objetivo maior, ou seja, a meta, essa por sua vez, se fosse alcançada provaria que a organização foi eficaz ao planejar, organizar, dirigir e controlar.







TAXONOMIA DE APLICAÇÕES DE TI





Taxonomia de aplicações em T.I é um instrumento ou elemento que permite alocar, recuperar e comunicar informações dentro de um sistema de maneira lógica. Tem como objetivo: agilizar a comunicação; representar conceitos através de termos; encontra o consenso; propor formas de controle da diversidade de significação; e oferecer um mapa da área que servirá como guia nos processos de conhecimento. Alguns tipos são: os sistemas de valor adicionado direto, sistema de informação gerenciais (SIG) e sistemas de apoio à decisão (SAD), infra-estrutura, automação, sistemas estratégicos, transformação do negocio e mudanças obrigatórias.
A importância da taxonomia para informações não estruturadas (Intranet, sites, e-mails, documentos Office, etc) é apontada, por alguns especialistas, como equivalente à importância que os bancos de dados tiveram para as informações tabulares. Sabendo que as maiores partes das informações em uma empresa estão sob a forma de textos, vê-se que seu tratamento é um assunto essencial, e que seu uso correto no dia-a-dia deverá favorecer o desempenho de outras atividades corporativas. No ambiente web, em particular, as taxonomias servem para simplificar as buscas e a navegação e designar responsabilidades em termos de avaliação, organização, eliminação e arquivamento de informações. O verdadeiro teste de qualquer taxonomia é a eficiência que ela fornece para o grupo de usuários para o qual foi projetada. Mais importante do que implantar a taxonomia, é capacitar o quadro funcional para que a base de dados seja alimentada. A aplicação da taxonomia pode ajudar na criação de um mapa explícito e funcional da base de conhecimento de uma organização, auxiliando na avaliação e na administração dos ativos digitais e da propriedade intelectual da empresa. Empresas que vivem na era da informação e do conhecimento precisam dar o devido tratamento aos seus principais inputs e fatores de produção: a informação e o conhecimento. O desenvolvimento de taxonomias de T.I para o negócio da empresa é um dos pilares da gestão da informação do conhecimento. Esta disciplina ou conceito, no entanto, precisa da devida atenção dos níveis mais altos da organização.