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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Cloud Computing e sustentabilidade

Cloud Computing(Computação em nuvem): É a utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade.
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.
Num sistema operacional disponível na Internet, a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, pode-se ter acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. O requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na Internet. O PC torna-se apenas um chip ligado à Internet — a "grande nuvem" de computadores — sendo necessários somente os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor).
Alguns serviços de computação em nuvem mais conhecidos são: Serviços de email como Gmail e Yahoo Mail, discos virtuais na internet como Dropbox, sites de compartilhamentos de vídeos e fotos como Youtube e Flickr.

Hoje em dia computação em nuvem e sustentabilidade são temas de extrema importância nos negócios e também na sociedade. Com o intuído de conseguir uma maior flexibilidade e redução dos custos as empresas estão recorrendo a computação em nuvem. Junto disso as empresas também tentam atender os órgãos reguladores e investidores diminuindo a emissão de gases de efeito estufa e resíduos sólidos, buscando assim a sustentabilidade á longo prazo já que a área de TI emite cerca de 7,8 bilhões de toneladas de CO2 por ano.
Para estimular a inovação empresas estão adotando computação em nuvem e softwares como serviço (SaaS), visando também a aceleração da redução de CO2. As empresas devem levar em conta na hora de adotar soluções de computação em nuvem os custos, confiabilidade, flexibilidade e os compromissos de ações de sustentabilidade ambiental do fornecedor.

Os principais parâmetros para se avaliar uma solução sustentável de computação em nuvem são: numero de usuários e uma aplicação; numero de servidores para operar essa aplicação; utilização de equipamentos envolvidos na operação (servidores, rede e sistema de armazenamento) nos horários de pico; consumo de energia dos servidores; consumo de energia dos equipamentos de rede e armazenamento; métricas de eficiência do data center; e, emissões de CO2 do data center.




Rodolfo Magalhães, RA 514318

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Taxonomia na Gestão Estratégica das Empresas


As taxonomias podem ser destinadas para uso externo (fora da companhia) ou interno. Quando internas, as taxonomias podem ser corporativas, departamentais ou personalizadas. Elas podem atender a diferentes perfis de usuários, trabalhos, desafios e necessidades. Quando externas, as taxonomias podem ser projetadas para atender vários propósitos e diferentes stakeholderes. Quanto à interface de uso, as taxonomias podem também assumir representações gráficas, facilitando ainda mais a exploração e a compreensão do universo de conteúdo em questão.O exemplo a seguir ilustra uma taxonomia gráfica personalizada, criada pelo próprio usuário, atendendo às suas necessidades específicas. Este recurso gráfico confere acesso às informações a partir dos círculos e viabiliza ainda, a publicação de novas categorias/taxonomias.


Escuta pró-ativa

Outro tipo de taxonomia é a que resulta da monitoração e escuta pró-ativa de universos de informação de interesse. Uma aplicação típica e prática deste tipo envolve treinar a ferramenta de taxonomia para obter informações em sistemas dispersos e classificá-las dentro de uma taxonomia (por exemplo a escuta da web em centenas de sites e ao mesmo tempo a base do Contact Center), respeitando temas e assuntos estratégicos que normalmente tiram o sono dos gestores da empresa.
Imagine monitorar centenas de sites, extrair deles o que há de relevante e classificar e organizar informações do mercado publicadas na web para uso em Inteligência Competitiva e Estudos de Mercado nos diversos seguimentos de interesse, provendo a organização e a classificação automática das informações?
Além de classificar as informações encontradas, o uso de funcionalidades de notificação aos usuários normalmente resulta em aplicações estratégicas de alto valor competitivo. Este tipo de alimentação da taxonomia é capaz de gerar oportunidades de aprendizagem com o meio externo, atraindo perenemente conhecimentos de interesse.

Marcio Cleibe

RA: 518148

Como reter talentos?

Um grande problema enfrentado pelas empresas hoje em dia, é a questão da captação de novos talentos, pois a maioria dos jovens recém formados, estão abrindo seu próprio negócio, ou buscando empresas de alta tecnologia e que atendam todas as suas expectativas, gerando assim uma competitividade entre as empresas que buscam esses talentos.

Uma das principais características desses novos jovens, é que eles não possuem planos de permanecerem longos períodos em uma única empresa, ou seja, a partir do momento em que a empresa não proporciona mais o esperado, eles saem e vão buscar em outra empresa.

É muito importante que as empresa estejam preparadas para essas novas mudanças, e a gestão de recursos humanos devem implantar um modelo de gestão, que faça com que esses jovens estejam sempre "próximos das empresas", com o intuito de fazer com que o jovem tenha vontade de permanecer na empresa.

Também é muito importante, levar em consideração os mais importantes anseios dos jovens talentos:
  • Estarem envolvidos em constantes desafios profissionais;
  • Rápido crescimento profissional, trabalhando duro no inicio da carreira para ter condições financeiras de fazer o que gosta ainda na juventude;
  • Ter autonomia para tomadas de decisão;
  • Ser bem remunerado por sua contribuição direta à empresa;
  • Oportunidade de trabalhar no exterior para se tornar um profissional globalizado;
  • Desenvolver o aprendizado de duas ou mais línguas;
  • Possuir um alto nível de empregabilidade;
  • Ter coaching para o desenvolvimento da carreira profissional;
Caso ocorra a saída de talentos, procure manter contato com os mesmos, para que seja possível uma futura recontratação, e acompanhar seu avanço de experiência.

Abaixo segue um vídeo de uma palestra da fundadora da Cia de Talentos e do Grupo DMRH, Sofia Esteves, onde ela aborta algumas questões interessantes sobre recrutamento de novos talentos, e como lidar com os jovens de sua organização.


Seleção de projetos de Tecnologia da Informação com enfoque 
estratégico: um estudo de caso 

Este artigo procura analisar, por meio de um estudo de caso, a seleção de projetos de Tecnologia da Informação segundo uma abordagem de Gestão de Projetos, considerando os objetivos estratégicos da organização, os riscos associados e a utilização dos recursos, levando a organização a ter um diferencial competitivo no mercado em que ela está inserida.
Para avaliar o uso e a aplicação da Tecnologia de Informação aliado ao possível  diferencial de competitividade advinda da utilização de Gestão de Projetos em TI, a abordagem metodológica adotada para o desenvolvimento da pesquisa tratada neste artigo foi a de estudo de caso.
As informações foram obtidas através do Plano Estratégico da empresa e do Plano Estratégico da área de TI, considerando os vários tipos de projetos.
Após análises, podemos perceber que quanto mais a seleção dos projetos de Tecnologia da Informação tiver aderência ao planejamento estratégico da empresa, mais competitiva a empresa se torna em relação aos seus concorrentes.
Portanto, o ápice na Gestão de Projetos é a correta seleção dos projetos a serem desenvolvidos. Eles deverão levar em consideração o Planejamento Estratégico da organização, classificando, assim, a Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação um diferencial competitivo para a Organização.
Uma das primeiras propostas para o problema de seleção e priorização de projetos de TI foi o método dos Fatores Críticos de Sucesso (FCS), proposto por Rockart (1979). Esse método, que ainda é amplamente utilizado, foca, principalmente, os sistemas de informação gerenciais e executivos, e é baseado na definição, por parte dos altos executivos, das atuais necessidades representadas pelos FCS. Rockart (1979) define FCS como as áreas onde um resultado satisfatório “garante o sucesso do desempenho competitivo da organização”. O autor afirma que os principais FCS podem ser identificados na estrutura do setor, na estratégia competitiva, na posição da indústria, na localização geográfica e nos fatores ambientais e temporais. Embora tenha sido concebido primariamente para definição de sistemas de informação, esse método apresenta importante impacto nas práticas gerenciais e de planejamento estratégico.
A seleção de projetos de TI deve considerar, simultaneamente, aspectos relacionados à eficiência (uso dos recursos) e à eficácia (obtenção de resultados para a organização), além de analisar seus riscos. Esse critério é muito importante em mercados altamente competitivos de economia globalizada.
Nome: Jose Diogo Ferreira Luiz RA: 517117
Gerenciamentos de projetos
Um projeto é temporário no sentido de que tem um início e fim definidos no tempo, e, por isso, um escopo e recursos definidos.
E um projeto é único no sentido de que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo em particular. Assim, uma equipe de projeto inclui pessoas que geralmente não trabalham juntas – algumas vezes vindas de diferentes organizações e de múltiplas geografias.
O desenvolvimento de um software para um processo empresarial aperfeiçoado, a construção de um prédio ou de uma ponte, o esforço de socorro depois de um desastre natural, a expansão das vendas em um novo mercado geográfico – todos são projetos.
E todos devem ser gerenciados de forma especializada para apresentarem os resultados, aprendizado e integração necessários para as organizações dentro do prazo e do orçamento previstos.
O Gerenciamento de Projetos, portanto, é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para a execução de projetos de forma efetiva e eficaz. Trata-se de uma competência estratégica para organizações, permitindo com que elas unam os resultados dos projetos com os objetivos do negócio – e, assim, melhor competir em seus mercados.
A cada novo projeto de implantação, encontramos clientes que buscam uma forma de melhorar sua gestão por intermédio de boas práticas, metodologias e padrões de gerenciamentos de projetos.
Nesse processo, muitas dúvidas surgem, tendo em vista a grande variedade de opções de padrões e bibliografias existentes. Pesquisei se existia alguma fonte de informação que comparasse essas práticas e não encontrei. 
Para facilitar a vida de nossos clientes que buscam implantar um padrão de gerenciamento de projetos, criamos um resumo das principais práticas.

José Diogo Ferreira Luiz RA: 517117

A NOVA ORGANIZAÇÃO DE TI



A nova organização de TI será menor e mais dependente de cadeia de fornecedores. Os fornecedores e especialistas de TI deverão ser peritos em inovação e intra-empreendedores.
A nova TI estará mais focada na inovação dos processos organizacionais com um forte apoio de consultorias que trarão conhecimento especializado.
Um ERP é importante para melhorar os processos operacionais e prover informações gerenciais para a tomada de decisão, desta forma TI deverá se estruturar como uma organização de serviços compartilhados. Esta transformação requer que os profissionais de TI assumam que os relacionamentos com os clientes melhorem.

Algumas posições nas organizações de TI nas empresas poderão desaparecer cedendo lugar a contratação de serviços terceirizados ,tais como programação e operação de computadores. Entre tanto outras posições deverão ser criadas para atender ao novo modelo de governança de TI .

domingo, 7 de setembro de 2014

GESTÃO ESTRATÉGICA E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: EM UM NOVO CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO COMPETITIVA

GESTÃO ESTRATÉFICA E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: EM UM NOVO CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO COMPETITIVA


A atual economia mundial está vivendo um momento de profundas transformações, em que se opera a mais inovadora das revoluções já experimentadas. O ambiente e as formas de gestão das organizações vêm sendo completamente modificados em decorrência da transformação dos valores e das mudanças tecnológicas e demográficas ocorridas nos últimos anos. O ambiente empresarial está mudando continuamente, tornando-se mais complexo e menos previsível, e cada vez mais dependente de informação e de toda a infra-estrutura tecnológica que permite o gerenciamento de enormes quantidades de dados.
A tecnologia está gerando grandes transformações, que estão ocorrendo a nossa volta de forma ágil e sutil. É uma variação com conseqüências fundamentais para o mundo empresarial, causando preocupação diária aos empresários e executivos das corporações, com o estágio do desenvolvimento tecnológico das empresas e/ou de seus processos internos. A convergência desta infra-estrutura tecnológica com as telecomunicações que aniquilou as distâncias, está determinando um novo perfil de produtos e de serviços.
Com o desenvolvimento da Sociedade do Conhecimento, novas formas de pensar, diferentes daqueles valores emergentes da época da industrialização estão surgindo, pois as máquinas que antes apenas substituíam a força física, agora complementam a capacidade mental do ser humano, ou seja, o modo de produção de bens vem sendo substituído pelo modo de produção do conhecimento.
Dessa forma, as organizações começaram a valorizar um recurso primordial para sua sobrevivência: a informação. As empresas diagnosticaram que pela gestão da informação tornaram-se competitivas, organizadas e aptas a responder às mudanças exigidas pelo cenário econômico mundial.

O real desafio das instituições não é identificar a mudança a qual se adaptar, e sim, entender e avaliar corretamente o escopo dessas mudanças para que possam também planejá-las, pois, as organizações além de serem produtos do meio em que existem, também são agentes de mudanças.



Sistemas de Informação - SI

Tendo em vista que a economia industrial está sendo substituída pela economia da informação e, neste tipo de economia a concorrência é caracterizada pela maneira eficaz de utilização das informações, é necessário que as organizações utilizem o Sistema de Informação - SI como uma ferramenta estratégica fundamental que irá destacá-la pelos ganhos de qualidade e produtividade, na realização de seus objetivos e de sua missão.
A distinção entre dado, informação e conhecimento é imprescindível para o melhor entendimento do funcionamento de um sistema de informação. Oliveira define que “dado é qualquer elemento identificado em sua forma bruta que por só não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação” (1996). A partir do dado transformado, obtém-se a informação, o que habilitará que a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos, permitindo, através de seu gerenciamento, a tomada de decisões.
Para gerar uma informação pela relação estabelecida entre dados, exige-se conhecimento. No entanto, Stair afirma que "conhecimento é o corpo ou as regras, diretrizes e procedimentos usados para selecionar, organizar e manipular os dados, para torná-los úteis para uma tarefa específica" (1998).
 Portanto, o Sistema de Informação é um mecanismo de apoio à gestão, desenvolvido com base na tecnologia de informação e com o suporte da informática para atuar como condutores das informações, visando facilitar, agilizar e otimizar o processo decisório nas organizações.
Um sistema de informações é uma soma estruturada de elementos. Segundo Stair (1996) os sistemas de informações fornecem um mecanismo de feedback, onde as informações inter-relacionadas que coletam (entrada), manipulam, armazenam (processo) e disseminam (saída) os dados e informações.

Componentes de um Sistema de Informação

Campos Filho (1994) explicita que a informação (dados formatados, imagens e textos), relacionados com os recursos humanos, a automação e as práticas de trabalhos (métodos utilizados) são componentes que permitem o melhor atendimento aos objetivos de uma organização.
Portanto, um sistema de informações deve ser flexível e responsivo, possibilitando agilidade no ajustamento a novas estratégias e estilos de gestão, produzindo informações confiáveis e realmente necessárias em tempo hábil, além de qualidade nos resultados produzidos. Estes fatores são determinantes para um uso eficiente e rentável, de modo que os custos justifiquem os benefícios oferecidos. 




Felippe Victorino Ribeiro

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