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domingo, 7 de setembro de 2014

                 
 Gestão outsourcing de TI

O termo Outsourcing é uma palavra em inglês, que significa em tradução literal: “out” = “fora” e “source” ou “sourcing” = “fonte”. Ou seja, está relacionado com a utilização estratégica de fontes externas de mão-de-obra de uma empresa. Basicamente, falar em outsourcing significa falar em “terceirização”, termo mais conhecido no Brasil. É a ação tomada pelo gestor de uma empresa em obter mão-de-obra de uma fonte externa à organização.
Entretanto, não podemos isentar os maus prestadores de serviços que na busca de novos contratos topam qualquer coisa. Eles acreditam que depois do contrato fechado conseguiram administrar os conflitos.

Vantagens do outsourcing
A terceirização em uma empresa visa, entre outras coisas, reduzir os gastos com determinada atividade. Uma vez que os colaboradores terceirizados recebem salário um pouco menor que os funcionários da empresa, em alguns casos. Além de aproveitar o conhecimento (know-how) que a empresa contratada possui em determinados serviços.
A terceirização é importante também para agilizar alguns processos e para facilitar a gestão da empresa, permitindo à ela focar apenas nos serviços-chave de seu negócio. O que aumenta a produtividade de alguns setores, aumentando também a qualidade dos produtos, reduzindo seu custo e aumentando a lucratividade da empresa. Motivo este que faz com que o outsourcing seja cada vez mais utilizado pelas empresas.
Outro ponto positivo do outsourcing, que muitos consideram uma vantagem, é a transferência de parte da responsabilidade da empresa para terceiros. Assim, quando há algum problema em determinado procedimento, a empresa contratante pode responsabilidade a contratada, sendo possível até penalizá-la por tal falha.
Desvantagens do outsourcing
Um dos grandes problemas desta modalidade de contratação é o não atingimento dos objetivos estabelecidos, sejam com relação ao desempenho das equipes contratadas ou à redução de custos desejada, que muitas vezes não acontece. Outro problema é a perda de controle do gestor em alguns procedimentos, reduzindo assim a segurança que tem em suas atividades internas.
Além de aumentar a dependência da empresa de parceiros externos, o que pode trazer problemas com relação a prazos e qualidade de materiais utilizados. É possível, também, que a empresa contratada não possua todo o know-how esperado, fazendo com que a contratação seja desfeita. Sem falar em problemas como corrupção e lavagem de dinheiro, em casos de contratação em órgãos públicos, que tanto acompanhamos nos dias de hoje.

Por isso, é importante que a empresa tome muito cuidado na hora de contratar um parceiro externo à organização. Assim, evitará muitos problemas durante a execução dos serviços.

Gestão Eficiente de TIC - Gestão de Portfólios e Projeto através de Redes Sociais - Pág. 44

Essa gestão tem como objetivo aperfeiçoar os investimentos da organização reduzindo os riscos, através de métodos que conseguem avaliar esses riscos e selecionar um ótimo grupo de projetos em cenários de incertezas, por exemplo, o de Monte Carlo, que constrói modelos financeiros probabilísticos para compará-los com os modelos tradicionais estatísticos. Isso demonstra aos acionistas uma gestão eficiente e confiável dos recursos, atraindo mais investimentos para a organização.
As ferramentas disponíveis nas redes sociais, de preferência as corporativas, proporcionam uma melhor gestão de portfólio e de projetos na organização, pois há um aumento de produtividade das pessoas, maior confiabilidade das informações, melhor estruturação das idéias da comunidade, melhora o reconhecimento dos que contribuem com o projeto e, o principal, redução de custos.
Com o compartilhamento das opiniões de cada membro da equipe nas redes sociais é possível avaliar melhor uma determinada situação do projeto, pois pode proporcionar soluções rápidas. Vale ressaltar que o gerenciamento de projeto depende muito mais das pessoas envolvidas do que dos processos e tecnologias utilizados, o que se chama de empowerment.
Devido ao empowerment há mais produtividade, as pessoas se envolvem e participam mais dos processos, gerando mais qualidade e satisfação do cliente e fortalecendo a confiança dos mesmos. Com a utilização das redes sociais a satisfação do cliente tende a melhorar, já que a comunicação é mais direta/eficiente e as mensagens ficam registradas para alimentar as ferramentas de gestão.
Como, praticamente, todas as pessoas já utilizam as redes sociais, o seu uso na gestão de portfólio e projetos fica sendo apenas uma continuidade de sua cultura e deve ser aproveitada pelas organizações. Contudo, não pode faltar segurança nas redes utilizadas, por isso é recomendável a utilização de redes corporativas e destinadas somente aos participantes do projeto e utilizadas dentro do ambiente da organização.

Rodrigo Ribeiro Zacariotto

RA: 517093

Seleção de Projetos de Tecnologia da Informação com enfoque estratégico: Fatores criticos de sucesso

A função da TI na organização pode variar entre um simples suporte administrativo até uma posição estratégica. As organizações líderes nas disputas do mercado são, principalmente, as que trabalham com TI. Por causa desses modelos de organizações houve um crescimento significativo dos investimentos em TI na última década. Esses investimentos ajudaram os gerentes de TI a utilizarem um conjunto de conceitos, ferramentas e técnicas para melhorar o desempenho dos projetos e para avaliarem a eficiência desses projetos de TI de acordo com os prazos, custos e qualidade.
Nos primeiros estágios de uso de computadores nas empresas, a capacidade limitada de hardware e de software restringia de forma bastante intensa as possibilidades das aplicações de TI. Com o desenvolvimento tecnológico, o leque de possibilidades foi ampliado e uma gama de novas alternativas de aplicações de TI tornou-se possível.
Anteriormente os projetos eram classificados, por Farbey (1995), em 8 tipos diferentes, no estudo de caso de (Yin, 1991; Claver et al., 2000) esse numero foi reduzido para 4 tipos, são eles: obrigatórios, infra-estrutura, incremental e exploratórios.
Os gerentes de TI possuem vários problemas na gestão de portfólios e projetos, mas com métodos que consideram a eficácia, eficiência e riscos do projeto é possível apresentar uma forma de os gerentes sistematizarem suas idéias e refletirem sobre os projetos de TI e os impactos dos mesmos relacionados com aquilo que é importante para a empresa.

Rodrigo Ribeiro Zacariotto

RA: 517093
Seleção de projetos de Tecnologia da Informação com enfoque estratégico: um estudo de caso.

O sucesso ou não destas realizações através da TI decorrem das decisões que são tomadas pelos executivos acerca de quais projetos de TI devem ser priorizados e levados adiante. Não é de se estranhar que este tema tenha sido alvo de inúmeras pesquisas tanto no âmbito acadêmico como no profissional.


A área de TI recebe sempre diversas solicitações das varias áreas usuárias, além dela própria gerar propostas de novos projetos de TI (seja de novas aplicações, de manutenção de aplicações existentes ou ainda de atualizações por razões tecnológicas). Este conjunto de demandas constitui a carteira (ou backlog) de projetos a desenvolver.  Os projetos selecionados para serem desenvolvidos (ou implementados) constituem o portfólio de projetos de TI.
Existem diversas formas de selecionar projetos de TI e construir deste portfólio. Segundo uma pesquisa desenvolvida por um autor chamado Renkema, seriam mais de 60 métodos descritos na literatura para avaliar projetos de TI. E este número continua a crescer! Este mesmo autor agrupou as diferentes propostas para avaliar projetos de TI em quatro grupos: Abordagem Financeira, Abordagem Multi-critério, Abordagem de Indicadores e Abordagem de Portfólio.

Acerca do último grupo, há diversas formas de construir o portfólio de projetos de TI e os possíveis critérios de avaliação de projetos de TI que costumam incluir aspectos tecnológicos, econômicos e comportamentais. Montar um portfólio de projetos de TI baseia-se em alguns aspectos chave: Estratégia de negócios, a Alocação de Recursos e a Seleção de Projetos que assegurem a estratégia de negócios escolhida pela empresa. Assim, o alinhamento estratégico não é somente uma questão de escolher projetos que estejam em sintonia com a estratégia de negócios da empresa, mas também escolher os projetos que sejam compatíveis entre si. É claro que projetos que devem obrigatoriamente ser incluídos no portfólio, tais como aqueles destinados a corrigir falhas dos softwares (bugs) ou atender requisitos de legislação.
No entanto, no cotidiano das atividades dos gestores de TI, outros aspectos são levados em consideração, que estão mais relacionados com a atividade de gestão do que com o alinhamento estratégico da TI. É muito comum que se adote a prática de incluir no portfólio de implementação “um projeto de cada área usuária”. Isto garante uma relativa paz para o gestor da TI (ou eventualmente para gestores de diferentes níveis na hierarquia) diante dos demais executivos da empresa. Do ponto de vista das relações internas da empresa, esta lógica parece muito razoável, pois parece uma abordagem “justa”.  Além disto, por favorecer a manutenção de um ambiente “amistoso” entre a TI e as áreas usuárias, haveria uma tendência de facilitar o alinhamento estratégico.

Porém, uma análise mais cuidadosa e isenta, levando em conta os objetivos da empresa e não dos executivos da TI, mostra que somente por sorte a adoção deste critério  levará ao portfólio que mais favoreça ao atendimento dos objetivos estratégicos.  Mas para que se adotem outros critérios e métodos para selecionar projetos de TI não basta que somente os executivos de TI mudem de conduta. É antes necessário que se crie um comprometimento geral na empresa para se buscar resultados para o benefício da organização como um todo e não somente para os interesses das diferentes áreas usuárias. Havendo esta postura de todos executivos em relação a TI, então se pode trabalhar de forma a buscar métodos que selecionem os projetos de TI que promovam o tal almejado alinhamento estratégico entre TI e negócio.


Rafael Bocca
RA: 517101
Gestão de Projetos Múltiplos

O sucesso na execução de projetos é fundamental para as empresas atingirem seus objetivos de negócios. Nesse contexto, o gerente de projeto assume um papel de destaque no cenário de negócios. Suas habilidades são exigidas ao máximo para garantir a conclusão do projeto dentro do prazo, do orçamento e do escopo. Num cenário empresarial, os projetos podem ser gerenciados de três formas distintas: programas estratégicos, projetos independentes e grupos de projetos menores com enfoque tático. Para cada forma de gerenciamento é necessário um conjunto de habilidades do gerente de projeto. Os programas estratégicos que são compostos por projetos múltiplos exigem mais habilidades dos gerentes para tratar de interdependências e interações entre projetos.


Os projetos tradicionais são, praticamente, independentes entre si e possuem gerentes dedicados e focados totalmente no resultado final. Nesse tipo de gerenciamento, os gerentes assumem completo controle das atividades do projeto e podem exercer um tipo de liderança necessária para aquele tipo de projeto. Ou seja, o enfoque de gestão será definido pela característica do projeto. Por exemplo, projetos de engenharia de software devem ter uma liderança mais participativa e que deva motivar o desenvolvimento da criatividade da equipe; Já projetos de engenharia civil devem ter uma liderança mais autoritária e uma atitude que não tolere erros, devido à própria natureza do projeto.
Os gerentes de projetos múltiplos devem ter foco em atividades e processos dos projetos gerenciados tendo extrema atenção nas interdependências e interações entre os projetos. Para os gerentes de projetos múltiplos, além das características típicas de um gerente de projeto tradicional eles devem possuir habilidades complementares e típicas desse contexto. Esse gerente não tem tempo para se dedicar profundamente aos detalhes de cada projeto e deve se apoiar em software e processo bem estruturados para garantir acompanhar o desenvolvimento dos projetos. O gerente de projeto múltiplo, diferente do gerente de projeto tradicional, deve exercer tipos de lideranças de acordo com a característica do projeto e das pessoas envolvidas.
Os gerentes de projetos devem desenvolver competências nas seguintes áreas:
  • Competências interpessoais: liderança, comunicação, gerenciamento de equipe, solução de problemas e gestão de conflitos;
  • Competências estratégicas: senso para o negócio, preocupação com o cliente, capacidade de integração, pensamento estratégico, consciência para o lucro e custo;
  • Competências intrapessoais: empreendedorismo, criatividade, ser visionário e ter senso competitivo;
  • Competências técnicas: aplicações do produto, conceito tecnológicos gerais dos produtos e tendências, conhecimento das ferramentas e técnicas relacionadas aos produtos e habilidades para a solução de problemas.


Os gerentes de projeto múltiplos, além das características típicas devem ter experiência em gerenciamento de múltiplos projetos, capacidade de gerenciar interdependências, capacidade para gerenciar várias atividades simultaneamente, liderar várias equipes ao mesmo tempo e compreender os processos de conformidade entre os projetos.
Infelizmente, a prática mostra que muitas empresas não fazem a distinção entre gerentes de projetos tradicionais e gerentes de projetos múltiplos. Nessas empresas, o gerente de projetos múltiplos é cobrado por detalhes e envolvimento em cada projeto como um gerente de projeto tradicional. Se o gerente de projetos múltiplos não tiver habilidade para demonstrar seu papel e responsabilidades haverá um rápido desgaste de imagem e perda de confiança.
Concluindo, os gerentes de projetos múltiplos devem possuir mais habilidades que os gerentes de projetos tradicionais, focadas em processo e gestão de diferentes times e características de projetos. Devem ter experiência em gestão de vários projetos simultaneamente e habilidade para mostrar seu papel e responsabilidades para a organização sob pena de desgastar sua imagem.



Rafael Bocca
RA: 517101

Gestão Eficiente TI - controle de projetos, padrões de TI - página 5.

GESTÃO EFICIENTE DE T.I

"A complexidade das tecnologias da informação é diretamente proporcional à complexidade das organizações de TI. Atualmente, administrar uma organização de TI exige a adoção de vários padrões (COBIT, ITIL, CMM, PMI, etc), confundindo alguns gestores entre as atividades meio e fim da organização. É obvio que TI está para atender aos requisitos de negócios das empresas, porém uma gestão pouco eficaz de seus recursos pode compromete toda a empresa. É praticamente impossível um CIO (Chief Information Officer) estar envolvido em cada etapa dos projetos e processos de TI, porém é essencial que tenha pleno domínio da organização. Para simplificar a gestão de TI os CIO's devem focar em quadro dimensões: Pessoas, Projetos, Processos e Métricas".

"As tecnologias da informação se sofisticam para atender requisitos de integração de dados e processos e para garantir maior disponibilidade dos sistemas".

Assim temos:
Controle de Projetos Padrões de TI

COBIT - recomendado pelos peritos para ajudar a utilizar os investimentos, inclui recursos como sumario executivo, framework, controle de objetivos, mapas de auditoria, ferramentas de implementação.


ITIL - uma biblioteca de práticas para melhorar a eficiência de T.I reduzindo riscos e aumentando a qualidade dos servidores e infra estrutura, abaixo um organograma, de um "escritório corporativo de projetos".


Vejamos, os projetos são o desdobramento de objetivos, assim o escritório de projetos está posicionado dentro da alta administração da organização, e as metas e os fatores críticos de sucesso do plano estratégico do negócio. Nesse caso, o Chefe do Escritório de Projetos (CPO – Chief Project Officer) deve ser um profissional experiente com ampla visão estratégica do negócio (MANSUR, 2009).



Tem se que, quando o assunto é qualidade de software, o modelo CMMI como ferramenta no gerenciamento de projetos é o que há de mais completo. 

CMMI - ajuda a organização de software a melhorar seus processos de desenvolvimento, para isso existem 5 níveis - Inicial, repetível, definido, gerenciável e otimizado, para permitir mensurar a maturidade e definir prioridades nos esforços de melhoria de processos.

5.OTIMIZADO: Foco contínuo na melhoria do Processo.

4.GERENCIÁVEL: Os processos são medidos e controlados.

3. DEFINIDO: Os processos são caracterizados para ORGANIZAÇÃO e são pro ativos.

2.REPETITIVO: com a repetição inicia o gerenciamento caracterizando PROJETO.

1. INICIAL: Processos são imprevisíveis, pouco controlados.



PMI - amplia e ajuda no conhecimento sobre o gerenciamento melhorando o desempenho dos profissionais como um manual descrevendo técnicas e ferramentas necessárias, o qual compreende cinco processos: Início, Planejamento, Execução, Controle e Fechamento, abaixo uma forma simples:



Bem com nove áreas de conhecimento: Integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicação, análise de risco e aquisição.
Com todos esses padrões o CIO terá que mostrar suas qualidades  colocando à prova para poder gerenciar tudo em perfeita ordem.

Sumarizando, para um CIO adotar uma gestão eficiente de TI ele terá que focar em quadro dimensões: Pessoas, Projetos, Processos e Métricas. Cada dimensão já possui um conjunto de práticas e técnicas para assegurar a eficiência da gestão. Bastando aplicá-las.


ALUNO:
ALEXANDRE DOS SANTOS BRETANHA









Seleção de Projetos de Tecnologia da Informação com enfoque estratégico : TRADE OFF - NA VIDA OU NOS NEGÓCIOS



NA VIDA OU NOS NEGÓCIOS



Implica em conflito de escolhas e consequentemente em compromisso. Para ser aplicado o TRADE OFF deve se conhecer os lados positivos e negativos de suas oportunidades.


Sabemos quando estamos em um TRADE OFF quando se precisa sacrificar algo para obter outro algo de valor maior.



o TRADE OFF pode ocorrer em varias situações na vida bem como nas empresas. A própria decisão estratégia competitiva quer por preço ou diferenciação é um exemplo de TRADE OFF.

No projeto de um produto ou um processo de operações, há ocorrência de  TRADE OFF, e a equipe precisa decidir qual caminho seguir.

O TRADE OFF na economia é por muitos vezes descrita como custo de oportunidade, pois representa o que uma pessoa deixa de usar alguma coisa para usufruir outra.


Já na logística,um TRADE OFF implica um custo para uma determinada empresa, porque tem que investir para melhorar vários aspectos de negócio como equipamentos, formação de trabalhadores, estruturas, transportes bem como inúmeros outros fatores mas, com o período de médio a longo prazo para possibilitar o crescimento da organização e o aumento da lucratividade.



No fim, tudo e questão de importância e desempenho, e, no qual um gerar mais benefício para você ou sua empresa, tudo se trata de fazer o melhor negócio.




 ALUNO:
ALEXANDRE DOS SANTOS BRETANHA