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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Construindo equipes flexíveis e competitivas

O líder deve demonstrar que dá o melhor de si pela empresa e assim, despertar em sua equipe o mesmo sentimento de comprometimento. Para isso, deve estabelecer com seu grupo, uma relação de credibilidade e confiança. É preciso construir a autoconfiança -- promovendo encorajamento, cuidados e reconhecimento em sua equipe. A autoconfiança energiza, dando ao pessoal a coragem para ousar, para assumir riscos e para superar os próprios sonhos. Com isso a equipe trabalha melhor e desempenha mais em suas áreas.
Para encorajar a equipe prêmios como bonificação por desempenho, participação nas decisões e nos lucros da empresa,
Para desenvolver uma equipe flexível siga os seguintes princípios:
  • Alinhe os objetivos empresariais de forma clara e mensurável;
  • Envolva todos os empregados nas decisões de prioridades;
  • Defina como as pessoas trabalharão uns com os outros;
  • Promova a ideia da importância das pessoas no trabalho;
  • Reconheça os riscos assumidos para atingir uma melhoria;
  • Impulsione o desempenho através do aprendizado.
Para implantar esses princípios é necessária uma forte liderança. Os lideres devem:
  • Compartilhar e educar os empregados dos objetivos empresariais;
  • Desenvolver uma estrutura organizacional orientada a resultados e não orientada a controles;
  • Liderar e convidar a todos a criar lideranças em todos os níveis da organização;
  • Encorajar o envolvimento de todos no processo;
  • Assegurar que o processo é sustentado por tempo, recursos financeiros e pessoas;
  • Ter pessoas prontas e dispostas a assumir desafios. Se não tiver assuma isso como seu primeiro desafio.


Taxonomia de aplicações de T.I

Taxonomia de aplicações de T.I
Taxonomia é uma ferramenta poderosa para uma corporação, seu uso e externo ou interno da companhia.
Internamente possui três modalidades, corporativas, desparamentais ou personalizadas, na parte externa pode ser projetado para vários propositor stakeholders.
Uma aplicação típica da taxonomia para obter informações em sistemas dispersos é classifica-las, por exemplo, a escuta da web em centenas de sites e ao mesmo tempo a base de contact center), imagina monitorar centenas de sites e extrair o que há de relevante, classificar e organizar informações.
Além de classificar as informações encontradas o uso de funcionalidades de notificação aos usuários normalmente resulta em aplicações estratégicas de alto valor competitivo.
Alguns Benefícios:
Ø  Taxonomia automatizada com apoio a analise SOWT(força, oportunidade, fraquezas e ameaças).
Ø  Monitoramento de produtos, inovações e lançamento da concorrência.
Ø  Acompanhamento de informações regulares, leis, jurisprudência etc.
Ø  Monitoramento de forças porter(concorrentes, novos entrantes, produtos substituídos, etc.).


O uso da taxonomia na empresa é interessante ao tratamento do conhecimento explicito, além de facilitar o acesso e organizar as informações bem estruturadas facilita o acesso ao usuário final.

O que é Trade-Off?



A expressão “trade-off” é utilizada na literatura econômica para designar situações de escolha entre opções conflitantes. Assim, quando um governo, uma empresa ou uma dona de casa se depara com um cenário em que precisa decidir por uma das opções apresentadas abrindo mão das demais, eles estão diante de um trade-off.

Um bom exemplo de trade-offs ocorre no caso do jogo de damas. Um jogador pode deixar o adversário "comer" uma peça do seu jogo. Contudo esta atitude permitirá que obtenha três peças do oponente na próxima jogada. Isto é, para conseguir um bom resultado ele precisou abrir mão de uma peça do seu lado. 

Com isso, pode-se fazer uma alusão dos trade-offs como medidas estratégicas, em que o retorno não imediato, mas sim mediato através de resultados bem mais qualificados ao longo do tempo. Trade-off estratégico é a decisão de longo prazo que a empresa deve adotar. Por exemplo, vender produtos caros sabendo que o concorrente de menor preço terá maior fatia de mercado. O trade-off neste caso é não atender estes clientes, que buscam menor preço e perder em market share para o concorrente. 

A empresa então está abrindo mão em ter a maior participação no mercado, o que não quer dizer que obteve menor rentabilidade.


Gestão Eficiente de TIC - Payback Direto: redução de custo e aumento de receita - Pag.10

Payback Direto

O grande desafio das organizações de TIC (tecnologia da informação e comunicação) é a redução de despesas operacionais (Opex) e a real contribuição para aumento da receita da organização. A redução de despesas está associada à busca constante de eficiência operacional, inovação e quebra de paradigmas organizacionais e tecnológicos. Uma ação estratégica que as organizações de TIC estão buscando é a adoção de serviços por demanda, ou seja, buscando flexibilidade para atender as demandas organizacionais crescentes e podendo se adequar rapidamente em períodos de retração dos negócios. Essa estratégia também atende ao desafio de reduzir os custos fixos das organizações de TI. O amadurecimento do mercado e a competição estão viabilizando cada vez mais o uso de serviços ou invés de aquisição de ativos. Um exemplo são as iniciativas dos fornecedores de software de oferecer softwares como serviços (SaaS – Software as a Services).
A contribuição da TIC para o aumento da receita está baseada na velocidade que os projetos de tecnologia são implantados com custos aderentes as necessidades do negócio e do mercado. A solução é o desenvolvimento de plataformas de software e hardware adaptativos e o uso de arquiteturas que permitam a integração rápida de soluções, como por exemplo, a tecnologia SOA – Services Oriented Architecture. Segue alguns comentários para ajudá-lo na identificação de oportunidades de redução de custos:

1. Reveja seus planos de upgrade do seu parque de PCs (desktops e notebooks) para o Windows Vista associado com a substituição dos atuais equipamentos. Algumas empresas estão adiando a migração para obterem economia no curto prazo, porém isso pode esconder custos de manutenção e suporte. O TCO – Total Cost Ownership – pode crescer pelo aumento dos custos de manutenção e perda de produtividade do pessoal. Adiar a troca de equipamentos pode-se perder a oportunidade de uso dos novos computadores que consumem menos energia com custos menores de operação. Tipicamente, podemos considerar a troca de notebooks a cada três anos e desktops a cada quatro anos, levando em consideração algumas áreas de grande demanda de processamento (engenharia e finanças, por exemplo) que devem ter ciclos menores de substituição.

2. Avalie a substituição de links de dados dedicados ou com tecnologia Frame Relay por redes MPLS e VPNs através da Internet, principalmente em organizações de médio porte. Considere o uso da tecnologia de transmissão DLS para escritórios remotos, a redução de gastos é significativa.

3. Analise os contratos de serviços e manutenção, principalmente de serviços considerados commodities. A competição está reduzindo o custo dos serviços em percentuais significativos. Não tenha receio de trocar de fornecedor, atualmente os serviços são similares.

4. Reveja continuamente suas contas de telefonia fixa e móvel. É comum pela complexidade da tarifação desses serviços existirem pagamentos indevidos. Existem softwares e serviços no mercado que ajudam na identificação de pagamentos fora das regras da ANATEL.

5. Migre sua estrutura de telefonia interna e externa para VoIP. Um canal de 2Mbps, utilizado para a conexão de PABXs tradicionais, suporta 30 canais de voz simultaneamente utilizando uma banda de 64kbps para cada chamada. Um serviço de VoIP utiliza apenas 8kbps por chamada com qualidade compatível, ampliando o número de conexões simultâneas e, conseqüentemente, reduzindo o tamanho e custo da infra-estrutura e despesas.

6. Substitua os antigos acessos remotos de linha discada por conexões Wi-Fi através de hot spots, disponíveis em aeroportos, restaurantes, hotéis e locais de eventos em alguns casos esses serviços são oferecidos de forma gratuita.

7. Expanda o uso de smartphones, Blackberrys e PDAs para acesso a e-mails, aprovações de solicitações internas e consulta de informações, além de reduzir os gastos aumenta-se a produtividade do pessoal.

8. Analise o outsourcing da sua infra-estrutura de e-mail. A manutenção e gerenciamento das contas de e-mail de sua empresa podem estar acima dos valores cobrados pelo mercado. Considere um estudo de TCO e avalie as oportunidades, inclua serviços de anti-spam e antivírus.

9. Corte os custos de viagens utilizando vídeo conferência e serviços de colaboração remota. Para usuários de grandes empresas considere a implantação de uma infra-estrutura interna com o uso de um MCU, equipamento que permite vídeo conferencia com vários participantes simultaneamente; Implante salas de vídeo conferência e uso de câmeras individuais de baixo custo em notebooks.

10. Reduza seu inventário de TIC. Elimine tudo aquilo que a organização não usa mais, incluindo hardware, software e serviços. A manutenção desses ativos implica em custos de manutenção, documentação e alocação de recursos para armazenamento e controle além de ficar exposto a auditorias sobre a eficiência da área de TIC.

11. Reduza seus custos e investimentos em BI – Business Intelligence – implantando soluções baseadas no conhecimento do pessoal da área de TIC e das áreas de negócios evite implantar soluções cara se o pessoal está no inicio da curva de aprendizado. Você estará implantando uma solução sofisticada com pouco retorno de investimento devido às limitações do pessoal de analisar informações mais complexas.


12. Reavalie sua estratégia de contingência do datacenter, verifique o custo beneficio dos parâmetros de RTO e RPO (Recovery Time Objective e Recovery Point Objective, respectivamente). Esses parâmetros definem o quão rápido um serviço deve voltar a funcionar após um defeito critico. Quanto menor esses parâmetros maiores serão os gastos em infra-estrutura e despesas de manutenção.

Uma breve Analise

As Cinco Forças de Porter

Com o surgimento da tecnologia o mercado está cada vez mais competitivo, em virtude da grande quantidade de produtos similares em qualidade e preços, aumenta a rivalidade entre as empresas, muitas empresas usam como arma principal a redução dos preços e aumento dos prazos de pagamentos; com isso, a lucratividade também fica reduzida essa não é a estratégia mais adequada, pois a tendência é que a concorrência em todos os setores da economia seja cada vez maior. O mercado não tem mais fronteiras, a venda online cresce a passos largos, estão sempre surgindo novas empresas e produtos no mercado, e assim por diante. As Cinco Forças de Porter, que permite entender o ambiente competitivo entre as empresas e analisar o grau de atratividade em cada setor da economia. Essas forças devem ser analisadas, de modo que possam ser desenvolvidas estratégias pelas empresas que pretendem ser mais eficientes e queiram criar vantagens competitivas no mercado.
1 – Rivalidade entre concorrentes: Com o número cada vez maior de empresas concorrentes e produtos similares, a tendência é a maior rivalidade entre essas empresas. Isso significa muitas empresas competindo pelo dinheiro e poder de compra dos mesmos clientes. Fazer apenas propaganda e baixar preços, atraindo clientes e prestando serviços deficientes, não é a estratégia adequada, mas é o que se vê com frequência no mercado. Por outro lado, desenvolver estratégias capazes de gerar diferenciais competitivos, principalmente no atendimento e prestação de serviços de alta qualidade, é um bom caminho para o sucesso nessa guerra ferrenha.

 2 – Ameaças de novos entrantes: A ameaça de novos concorrentes depende de barreiras existentes à sua entrada, bem como do poder de reação das empresas já instaladas. A verdade é que o mercado moderno está sempre aberto às empresas que queiram se instalar. E isso se torna uma eterna ameaça para as empresas que já estão em atividade por mais tempo.

 3 – Ameaça de serviços ou produtos substitutivos: São produtos da concorrência que não são similares aos da sua empresa, mas atendem as mesmas necessidades dos seus clientes. Apesar de não competirem com o mesmo grau de intensidade, são capazes de diminuir a sua fatia de mercado.

 4 – Poder de negociação dos consumidores: É a capacidade de barganha dos clientes com as empresas fornecedoras do segmento, geralmente forçando a prática de preços mais baixos, bem como a exigência de mais serviços e melhoria da qualidade dos produtos. Isso estimula o aumento da concorrência.

 5 - Poder de negociação dos fornecedores: Essa força ocorre de maneira inversa a anterior, pois o poder de barganha agora é de quem fornece os produtos/serviços. Os fornecedores, geralmente poderosos, podem usar como estratégias de barganha o aumento de preços e/ou redução da quantidade de fornecimento de produtos.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Trabalho 2-Gestão Eficiente de TIC- Questões que devem ser respondidas antes de iniciar um projeto - Pag.31

Aluna:Letícia Cristina Dias de Vasconcelos - 517094



Questões que devem ser respondidas antes de iniciar um projeto



    Chefes querem gerentes de projetos que tenham firmeza, experiência e inteligência. Eles certamente não gostam de pessoas que imediatamente digam como será difícil fazer o projeto.
Entretanto, dizer “eu consigo” pode significar aceitar um desafio sem ter infraestrutura, pessoas apropriadas e planejamento. Isso pode ser um erro. Podendo  perder prazos, estourar o orçamento e falhar na entrega do projeto.
Então antes de tomar alguma decisão responda as seguintes perguntas:

    1. Qual o contexto que o projeto se insere? O que levou a empresa a iniciar esse projeto? Qual o problema que deve ser resolvido com esse projeto? Há quanto tempo esse problema existe? Respondendo essas perguntas será de grande ajuda na priorização das atividades e mais cooperação dos interessados nos resultados do projeto.

     2. Qual é minha autonomia para desenvolver o planejamento do projeto? Em alguns casos os gerentes de projetos são chamados de “agentes de mudanças” – aqueles que conhecem exatamente o que querem e o que é necessário fazer para atingir os resultados. Em outros casos, os “agentes de mudanças” têm que delegar suas atribuições para outras pessoas, o que deixa pouca margem de manobra para o gerente do projeto executar as atividades conforme seu próprio entendimento. Dessa forma, confirme se as idéias são válidas e que você possa executá-las de acordo com as premissas. Verifique qual será o seu grau de liberdade para modificar algumas tarefas.

    3. Qual é o escopo do projeto? Nunca entre num projeto sem saber o limite máximo e mínimo dos recursos, tais como orçamento, número de pessoas que você poderá contar e quais são os objetivos que devem ser atingidos.

    4. Como será a política para a obtenção dos recursos para o projeto? Você terá que pedir pessoas emprestadas de outras áreas e dinheiro para alocar no projeto para atingir no prazo os objetivos que o projeto se propõe a entregar. Você precisa estar bem alinhado com os principais interessados no projeto para eles possam lhe ajudar a conseguir os recursos.

    5. Como irei gerenciar minhas prioridades para atender o projeto? Provavelmente, você tem outras atividades sobre sua responsabilidade. Peça ajuda para priorizar suas atividades. Quais são os compromissos já assumidos que podem ser postergados? Qual deve ser o tempo de dedicação ao projeto?

     6. Como prestarei contas do andamento do projeto? Como será e qual a freqüência que você deverá apresentar o status do projeto para os principais interessados? Como devem ser os relatórios? Existiram reuniões de status?

      7. O prazo de entrega do projeto é realista? Você deve assumir datas realistas. Caso você tenha certeza que os prazos não são factíveis novos prazos deverão ser negociados.
       
       Com base nas respostas que tiver para as questões levantadas, organize este material e prepare o seu Plano de Negócios. Não esqueça que estas questões são apenas uma base para você poder refletir a respeito. Quanto mais informações tiver melhor.



Aluna:Letícia Cristina Dias de Vasconcelos - 517094



ESTIMANDO CUSTOS EM PROJETOS

ESTIMANDO CUSTOS EM PROJETOS

Há 3 principais processos de Gerenciamento de Custos no Gerenciamento de Projetos:
  • Estimativa de Custos
  • Determinar o Orçamento
  • Controle de Custos

A Estimativa de Custos é o primeiro desses 3 processos e basicamente desenvolve uma aproximação dos custos de todos os recursos lançados no projeto. Isso inclui, mas não se limita, à mão-de-obra, materiais, equipamentos, serviços e instalações, além de reservas específicas como provisão para inflação e contingências.
O PMBoK defende que a primeira estimativa de custos de um projeto deve ser feita no processo de Planejamento, depois de confeccionadas WBS/EAP e declaração de escopo.
Porém, a grande maioria dos profissionais já realiza uma estimativa grosseira no processo anterior ao Planejamento, ou seja, na Iniciação. É no processo de Iniciação que o estudo do projeto (Anteprojeto) é montado e o Project Charter (Termo de Início) é elaborado contendo as principais estimativas de custo e tempo. O Project Charter contém basicamente o objetivo do projeto, objetivo do produto, dados do gerente do projeto, stakeholders, premissas, restrições, previsão de duração e geralmente a estimativa de custo e o retorno do investimento (ROI – Return On Investment). É com base nessas informações contidas nesse documento que o Sponsor irá decidir se o projeto será iniciado. Caso o início seja autorizado, o trabalho deixa de ser um estudo (anteprojeto) e se torna efetivamente um projeto.
Incluir ou não a estimativa de custo antes do Planejamento, ou seja, no processo de Iniciação através do Project Charter, é uma escolha do Gerente do Projeto. Há vantagens e desvantagens na escolha por esta antecipação. O fato de o Sponsor possuir a estimativa de custo no momento de aprovar o início do projeto é uma vantagem. Porém, estimar um custo antes do Planejamento possui um risco bem maior de não ser realista, resultando em uma desvantagem. Caso seja optado por incluir a estimativa na Iniciação, que esta seja grosseira, porém realista. A grande dificuldade em estimar custos antecipadamente no Project Charter é não conter ainda nesse momento os dois principais insumos necessários para estimativa, construídos no processo de Planejamento:
  • Declaração do Escopo do Projeto
  • Estrutura Analítica do Projeto (WBS ou EAP)
Com base nessas duas principais entradas, o PMBOK sugere 9 ferramentas para realizar a estimativa. Veremos a seguir apenas 4:
  • Opinião Especializada
  • Estimativa Análoga
  • Estimativa Paramétrica
  • Estimativa Bottom-Up

A Opinião Especializada solicita a estimativa de profissionais (recursos humanos) que possuam conhecimento sobre o ambiente e já tenham participado de projetos passados similares. É com base na opinião desses especialistas que a estimativa é feita
Já a Estimativa Análoga utiliza as áreas de conhecimento da restrição tripla de projetos anteriores semelhantes (escopo, tempo e custo). Basicamente resulta no consenso: projeto anterior com Escopo e Tempo similar ao projeto atual tende a possuir um Custo também similar ao projeto atual.
A outra estimativa é a Paramétrica. Esta técnica utiliza relação de estatística de dados históricos calculando uma estimativa para parâmetros de atividades do projeto. Por exemplo, se uma das atividades do projeto é colocar o piso em 50 metros quadrados e é de conhecimento o custo de 1 metro quadrado de piso, estima-se o custo total desta atividade para o projeto. Essa técnica pode produzir alto nível de precisão.

E por último, como melhor alternativa dentre as apresentadas e possuindo maior exatidão, existe a Estimativa Bottom-Up. Esta ferramenta consiste em estimar o custo de cada pacote de trabalho da WBS/EAP de baixo para cima, chegando ao custo estimado total do projeto. Um item deve possuir a somatória de custo de seus sub-itens e assim por diante. Segue um exemplo abaixo:

O próximo processo no Gerenciamento de Custos após a Estimativa de Custos é Determinada o Orçamento. O Orçamento tende a refinar as estimativas e oficializar uma linha de base dos custos.



Felippe Victorino Ribeiro

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