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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Conduzir e participar de um processo de negociação - 10 Habilidades

“A negociação é o processo de comunicação com o propósito de atingir um acordo agradável sobre diferentes idéias e necessidade
Sabendo-se disso listei 10 habilidades necessárias para um bom negociador.

1-    Ser um bom ouvinte
Quando se escuta atentamente e sem interrupções, você esta aberto a entender a mensagem da outra pessoa e conseguir informações que poderão ser de valia no processo. Na medida em que você ouve atentamente e sem interrupções habilita-se para decodificar a mensagem do outro lado e obter informações que poderão ser úteis ao processo.

2-    Desenvolver um espírito negocial
Grandes negociadores têm ciência que é possível que tudo poder ser negociado, mas para isto o ambiente precisa ser declaradamente de negociação. A agressividade deve ceder lugar ao consenso no processo, para que se possa alcançar o objetivo planejado. É primordial ter em mente que por mais difícil pareça um acordo sempre haverá a possibilidade de alternativas. 

3-    Planejar
Quando se participa de um evento sujeito a negociação, faz-se necessário desprender parte do tempo a estudar e entender as variáveis que possam vir a interferir na mesma. Muitas vezes é necessário pré-negociar internamente recursos, prazos, especificações, metas, condições de pagamento, etc. Portanto, deve-se ir a uma reunião de negociação com todo o dever de casa diligentemente realizado. Isto lhe dará muita segurança no processo. 

4-    Mirar alto
Uma vez buscados com legitimidade, os objetivos deverão buscar sempre o ponto máximo, pois ao lutar-se por mais em uma negociação pode-se obter mais. Por exemplo, se pode vender por 1000 e o mercado paga 1200, esta será a faixa inicial! Na outra ponta, se pode pagar à vista, mas for interessante fazê-lo em 60 dias busque inicialmente esta alternativa!

5-    Ser paciente
Um dos principais erros do negociador brasileiro é a impaciência, quase todas às vezes oriundas por metas irrealistas ou necessidade de logo fechar o acordo. Pode-se até fechar com um resultado, diga-se de passagem, razoável, mas poderia torná-lo ótimo se não fosse à impaciência que na realidade atropela o processo e elimina possibilidades de mais ganho. Estando com um bom planejamento pode-se torna o processo mais produtivo sem necessitar ser refém da impaciência. Ás vezes uma reunião de negociação que se estendeu por uma ou duas horas além do previsto pode trazer excelente compensação. 

6-    Visar à satisfação
Negociação é uma estrada de mão dupla. Tanto um quanto o outro negociador deverão estar legitimamente comprometidos na busca de um resultado altamente satisfatório. Mas, não terá sido negociação de fato se somente um lado alcançar seus objetivos e o outro ficar com a sensação de perda ou frustração. Por isto, é preciso visar à satisfação do processo como um todo e lutar para obter o máximo possível. O outro lado certamente fará o mesmo e aí tem-se um resultado otimizado para ambos os lados, com satisfação de todos e sem frustrações de ambas as partes.

7-    Ter cuidado com a primeira oferta
Se planeja-se bem, se identifica-se com a zona de possível acordo e suas alternativas, se é paciente e ouve durante o processo o grau de autoconfiança será elevado e a primeira oferta do outro lado será apenas um balizador para sua argumentação buscando obter concessões.

8-    Ser ético
No ambiente em que se viver a todo o momento surgem arranhões à ética: na política, na justiça e nos negócios. A realidade mostra que agir eticamente nas negociações traz inúmeras vantagens. A maior delas tem a ver com quem está negociando, agindo com correção e exigindo respeito torna-se conhecido como um negociador confiável com o qual pode-se travar os mais duros embates na certeza de lisura e resultados concretos.

9-    Troque as concessões
Negociar é sobretudo trocar concessões de um lado para o outro em busca da conclusão de um acordo. É primordial ter concessões estudadas na fase de planejamento e procurar incluí-las no rol das alternativas para fechamento do negócio.

10- Ser empático
Ter em mente que o processo de negociação é um evento fortemente alicerçado na dimensão humana: são pessoas que o fazem evoluir para um acordo. Pessoas que possuem crescentes aspirações pessoais e profissionais, que carregam uma série de influências e desejam obter o melhor resultado possível, então é mais que fundamental ver o outro lado como um parceiro, sendo compreensivo quanto a possíveis dificuldades pessoais. Dando este toque humano ao processo estará fazendo algo mais por uma conclusão satisfatória.


http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/negociacao-conceitos-basicos/34487/


Rodolfo Magalhães 514318

IHM - CASO DE USO EMBRAPA TRIGO

"Uma interface homem-máquina (IHM) compreende os comportamentos do usuário (ser humano) e as características e facilidades do sistema (desenvolvimento ou design e documentação), do equipamento (hardware) e do ambiente (aspectos físicos e impactos da informatização)".
Ao desenvolver um sistema deve-se ter em mente que o mesmo, provavelmente, será usado por várias pessoas e com isso deve ser levada em conta as diferenças entre elas. Portanto, deve-se projetá-lo o mais auto-explicativo possível, seguindo padrões, para que o usuário consiga avançar nas tarefas a serem executadas no sistema sem necessidade de ajuda.
Para o programador ou projetista do sistema, é importante ter em mente que o usuário não é necessariamente um profissional da área de informática e não está interessado em entender como o sistema funciona. Normalmente, ele quer, entre outras coisas, realizar suas tarefas ou buscar entretenimento.

IHM na Embrapa Trigo
A Embrapa Trigo não é uma empresa desenvolvedora de software, porém, algumas vezes, sistemas são desenvolvidos para atender fins específicos e nesses, sempre há o cuidado da interface entre usuário e máquina, pois o programa desenvolvido deve ajudar o usuário e não complicar ainda mais suas atividades.
Hoje em dia, a área que merece maior atenção na Embrapa Trigo quanto à interface é a web. O site Internet da Unidade visa apresentar de forma clara e objetiva os conteúdos, para que os usuários naveguem sem dificuldades e consigam facilmente encontrar o que procuram.

A Embrapa desenvolveu um padrão para a elaboração dos sites das Unidades e a maioria já aderiu a este novo padrão.


https://www.embrapa.br/trigo
https://www.embrapa.br/


Rodolfo Magalhães 514318

domingo, 16 de novembro de 2014

Conduzir e Participar de Um Processo de Negociação


Primeiramente precisamos saber o que é negociação para sabermos como conduzir e participar de uma, negociação é nada mais do que atingir o seus interesses com uma interação entre os envolvidos, sempre buscando o melhor resultado para ambos os negociadores. Podemos definir a negociação em três fases a pré negociação, a negociação e a pós negociação.

Pré Negociação


É a fase que antecede a negociação, nessa fase devemos conhecer todos os aspectos positivos e negativos da negociação.

Negociação


É nesse momento em que sentimos o que irá acontecer na negociação onde cada um expõe sua idéia, ou seja, uma contrapartida, aqui é importante manter um bom relacionamento para que não estrague a negociação.

Pós Negociação


Nesta etapa encontra-se o fechamento da negociação, sempre valorizando a negociação, acompanhando sempre se foi satisfatória a negociação, é nessa fase que se consegue criar experiências se a negociação foi bem ou mal sucedida.

Perguntas a Serem Respondidas


A negociação sempre é divida em etapas, é importante possuir processos e etapas para que uma negociação possua sucesso, ou seja, é preciso responder algumas perguntas antes de se fazer uma negociação. Abaixo algumas das perguntas:
  • É vontade de ambas as partes chegar a um consenso?
  • É possível um negócio ser bom com números ruins?
  • Quando vale a pena iniciar uma negociação?
  • Quando vale a pena dar por concluída uma negociação?

Para todas essas perguntas existe uma resposta, se conseguir responder e avaliar essas respostas poderá te auxiliar em uma negociação e chegar a um bom resultado.

Ética na Negociação


A questão mais relevante é que ambas as partes se tenta levar proveito em uma negociação e não é assim que funciona, é preciso ter ética de ambas as partes, os envolvidos devem agir com ética, mas mesmo assim é complicado, pois sempre há uma brecha em que alguém conseguirá aproveitar.

Isto não é nenhuma regra imposta mais sim um modelo, para poder conduzir e participar de uma negociação, é sempre preciso estar de olho e seguir um bom instinto para chegar ao sucesso em uma negociação.


Fontes:


Conduzir e participar de processos de negociação.


   Desde os primeiros momentos de nossas vidas estamos negociando algo. Seja o bebê que chora para convencer a mãe de que precisa de atenção, a criança que pede para brincar com os amigos, o adolescente que quer chegar após a meia noite ou a pessoa que está em uma entrevista de emprego visando o crescimento profissional. Não importa a forma pela qual se apresenta, a negociação não está restrita ao mundo dos negócios, como pensa a maioria das pessoas.


   No entanto, é fato que em algumas carreiras o profissional precisa ser um negociador além da média para alcançar o sucesso, sendo este um item essencial dentro do quadro de suas competências. O processo nasce quando temos um ponto de vista diferente para ser discutido entre duas pessoas ou mais. Isso é, saber dominar a técnica significa: utilizar as palavras certas para expor sua opinião em uma reunião de equipe ou enxergar qual a melhor maneira de apresentar um novo projeto diante de uma concorrência.
   No setor de vendas, por exemplo, geralmente, as melhores compras nascem de uma negociação bem feita. Muito mais do que ter alguém interessado em vender e uma pessoa disposta a comprar, para alcançar os números positivos, existem alguns passos a serem seguidos para que tudo se concretize da forma ideal.
   A proposta não é termos um individuo “bom de papo”, mas, sim, alguém com habilidades para conduzir uma conversa e chegar a um acordo comum, capaz de trazer benefícios a todos. Como já foi dito por muitos estudiosos do assunto, é essencial para que uma troca traga resultados no longo prazo que se tenha uma situação do tipo “ganha-ganha”, do contrário, em questão de dias, uma das partes vai se perceber como prejudicada e uma sensação negativa será sedimentada no lugar do sentimento de bem-estar.


   Antes de iniciar qualquer aproximação com um possível cliente, é de grande importância conhecer plenamente os produtos e serviços a serem comercializados e quais são os verdadeiros valores da empresa, assim será possível criar argumentos sólidos, que contribuirão para solucionar futuras dúvidas ou questionamentos. Além disso, a iniciativa também transmite a sensação de segurança, que torna o cliente mais confiante e certo de que fez a melhor opção ao fechar o negócio.
   Vale lembrar também que as pessoas possuem necessidades distintas, por isso observar o motivador de compras de cada um faz a diferença. Dificilmente um mesmo produto será oferecido para um profissional do setor técnico e um comprador comum com os mesmos argumentos, pois eles possuem interesses diferentes dentro da companhia, talvez um preze pelo preço e condições de pagamento, enquanto o outro poderá ficar mais atento às características específicas para atender a sua demanda.
 
A negociação tem que ser conduzida com maestria. Saber ouvir quais são as expectativas do cliente e tomar alguns cuidados básicos como avaliar as palavras que serão utilizadas, os gestos feitos com as mãos e a postura adotada diante de uma reunião de negócios, por exemplo, poderão servir como itens decisivos na hora de fechar um contrato. O processo em si é uma arte e aqueles que conseguem dominá-lo alcançam seus objetivos com mais facilidade.



Rafael Bocca
RA: 517101

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Interação Homem-Máquina – IHM

Interação Homem-Máquina estuda a forma como as pessoas se relacionam entre computadores, desenvolvendo métodos e ferramentas para design, criação, implementação e manutenção de sistemas computacionais adequados ao uso humano. Ela busca minimizar ao máximo possível a barreira entre o humano e o sistema computacional oferecendo interfaces amigáveis, de modo que este possa ser utilizado com o menor esforço e com maior capacidade possível, ou seja tem como objectivo desenvolver sistemas que respondam às necessidades das pessoas.

Com a grande difusão do CLP(Controladores Lógico Programáveis) nesta última década, surgiram também novas necessidades do usuário, como por exemplo, a possibilidade de verificar e/ou modificar certos parâmetros dentro de um programa, tais como: O  preset de um temporizador ou contador; o preset de uma temperatura desejada; a indicação de uma nova velocidade para um servo-motor; entre outros, sem a necessidade de conectar-se a um computador para a realização desta tarefa.

Devido a essa necessidade, surgiram as chamadas interfaces homem-máquina, também conhecidas como IHM’s. O  mercado oferece IHM’s  de dois tipos: As de interface alfa-numérica e as de interfaces gráficas.

  • Alfa-numérica: a IHM é ligada ao CLP através de sua porta de comunicação. Além dos parâmetros normais, quando se está programando uma IHM indica-se qual será a marca e o modelo do CLP com o qual vai se comunicar. O princípio de funcionamento consiste em pré-programar mensagens, onde cada mensagem possui um número. Quando se deseja acessar qualquer mensagem, basta fazer com que o CLP coloque o número desta mensagem no registrador designado para indicar qual mensagem será mostrada no momento.

IHM - Alfa-numérica

  • Gráficas: o usuário pode, por meio de um programa específico, desenhar comandos em forma de botões, bem como, lâmpadas para aviso ou alarmes, escolhendo cores, formatos, tamanhos e definindo, também, endereços do CLP para cada elemento.Além das funções básicas citadas, as IHM’s gráficas podem mostrar valores de variáveis, tanto na forma numérica simples, como na forma de gráfico de barras.
IHM - Gráfica


Para o usuário modificar um parâmetro qualquer (como por exemplo, o preset de um temporizador), pode-se programar uma tecla tipo keypad, que, quando tocada, mostra uma janela com um teclado numérico para ser digitado. Isso facilitará em muito as rotinas e modificações necessárias das funções, e rapidez com que serão feitas tais alterações.

FONTES

Aluno: Rodrigo Ribeiro Zacariotto
RA: 517093

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Interface Homem- Máquina (IHM)



Este equipamento é de fundamental importância em uma automação, pois é através da IHM que o operador pode interagir com a máquina ou processo. Veremos, neste artigo, algumas particularidades no uso da IHM, tais como os métodos de comunicação, e os requisitos para sua especificação.
Em uma máquina ou processo muitas vezes se faz necessário que o operador intervenha no processo ou na seqüência de operação da máquina, ou então que o operador simplesmente visualize informações e tome atitudes no processo. Para esse fim são utilizados vários equipamentos, entre os quais podemos citar:
• Quadro sinóptico;
• Software de super visão, também chamado Software Supervisório;
• IHM (Interface Homem Máquina).
Pelo propósito a que serve, todos os equipamentos acima citados são Interfaces Homem Máquina, pois em todos existe uma interação entre o operador (homem) e a máquina, porém essa denominação ficou mais conhecida aos equipamentos que abordaremos neste artigo. Em poucas palavras, uma IHM é um hardware industrial composto normalmente por uma tela de cristal líquido e um conjunto de teclas para navegação ou inserção de dados que se utiliza de um software proprietário para a sua programação. Há várias utilizações para uma IHM.

Em que eles poderiam utilizar uma IHM? Em várias situações, tais como:
• visualização de alarmes gerados por alguma condição anormal do sistema;
• visualização de dados dos motores da linha;
• visualização de dados de processo da máquina;
• alteração de parâmetros do processo (torque de aperto de parafusos, quantidade de lubrificação, número de cilindros,...);
• movimentação em modo manual de componentes da máquina;
• alteraração de caminhos nas rotas dos motores na linha;
• entre muitas outras funções.

São máquinas operatrizes, havendo vários tipos que podem ser automatizados, e esse processo é feito com um equipamento eletrônico chamado de CNC (Comando Numérico Computadorizado). Com o CNC pode-se automatizar: tornos, fresadoras, retificas, centros de usinagem, mandrilhadoras. Na verdade qualquer máquina onde houver a necessidade da interpolação de eixos. Em máquinas automatizadas com CNC é imprescindível o uso de IHMs (nesse caso, são IHM dedicadas à CNC), pois existe a real necessidade que o operador interaja com a máquina nas seguintes situações:
• referenciamento dos eixos;
• ajuste das ferramentas;
• carga do programa de uma peça a ser usinada;
• acompanhamento da execução do programa enquanto a máquina está usinando a peça;
• parametrização dos acionamentos dos servomotores;
• ajuste da velocidade de avanço das ferramentas sobre a peça;
• visualização de alarmes;
• tela de manutenção onde pessoas preparadas podem intervir no funcionamento da máquina;
• realização de movimentos manuais;
• entre outros...

Interface Homem-Máquina


A necessidade da construção de uma interface amigável ao usuário é fundamental em um sistema. É o canal de comunicação entre o homem e computador, no qual são feitas as interações visando atingir um objetivo comum. 
A interface faz parte do sistema computacional e determina como as pessoas operam e controlam o sistema. Quando uma interface é bem projetada, ela é compreensível, agradável e controlável. Os usuários se sentem satisfeitos e seguros ao realizar suas ações. A importância da interface se torna evidente, pois todos somos usuários e alguns aspectos reforçam esta importância, tais como: i) disseminação do uso de sistemas e equipamentos como celulares; ii) aumento da complexidade dos sistemas; iii) preocupação com a qualidade do software de acordo com a característica da usabilidade (conforme as definições da Norma ISO/IEC 9126-1). 
Os objetivos da Interação Humano–Computador (IHC) são os de produzir sistemas usáveis, seguros e funcionais. Esses objetivos podem ser resumidos como desenvolver ou melhorar a segurança, utilidade, efetividade e usabilidade de sistemas que incluem computadores. Nesse contexto, o termo sistemas se refere não somente ao hardware e software, mas a todo o ambiente que usa ou é afetado pelo uso da tecnologia computacional. Durante o projeto de interface é necessário que se faça uma análise mais detalhada, como especificação de requisitos, módulo de qualidade e perfil dos usuários. 
A participação do usuário durante o processo de desenvolvimento da aplicação é de extrema importância, pois ajuda a diminuir os erros, propicia a maior interação e entendimento do usuário, cativa a curiosidade e interesse e, por fim, ajuda a ter maior aceitação do produto, pois eles fizeram parte de todo o processo de desenvolvimento, ou seja, se sentem “donos” do mesmo. 
Neste contexto, este artigo tem como objetivo apresentar o desenvolvimento de um website utilizando os principais conceitos de usabilidade e avaliação presentes em interface homem-máquina. Para isto, foi desenvolvido um website para o projeto AME – Construção da Identidade da Cidade de Valença/RJ e Desenvolvimento do Programa Turistico, Histórico e Cultural da Região. 
Desta forma, este artigo aborda a apresentação dos conceitos de Interface Homem-Máquina, princípios de Design, as atividades básicas do Design de Interação, as dez heurísticas de Usabilidade de Nielsen e Avaliação de Interface. 

Conceituando a Interação Humano-Computador 
IHC tem por objetivo principal fornecer aos pesquisadores e desenvolvedores de sistemas explicações e previsões para fenômenos de interação usuário-sistema e resultados práticos para o design da interface de usuário. É o conjunto de características com o qual os utilizadores interagem com as máquinas, dispositivos, programas de computador ou alguma outra ferramenta complexa (ler Nota 1). 

Nota 1. Avaliação de interface 
A avaliação da interface tem como objetivos gerais validar a eficácia e a eficiência da usabilidade, conforme as tarefas que são realizadas pelos usuários e os recursos empregados tais como tempo, quantidade de erros, passos desnecessários, busca de ajuda, etc. 

Dependendo da fase do projeto, a avaliação pode ser formativa (ou construtiva), que pode ser efetuada ao longo de todo o processo de design usando cenários, storyboards e protótipos do sistema, ou pode ser somativa (ou conclusiva), normalmente feita nas etapas finais de cada ciclo do desenvolvimento, usando o produto (ou protótipo intermediário ou final) funcionando. 

Assim, o processo de avaliação não deve ser entendido como uma atividade isolada a ser efetuada somente ao final do projeto de interação. Ele deve ocorrer durante todo o ciclo de vida do desenvolvimento do sistema, avaliando os resultados e fornecendo sustentação à equipe, de forma a agregar melhorias gradativas à interface. 

Esta atividade interfere diretamente na garantia da qualidade do software, entretanto, um projetista não deve pressupor que seguindo somente os métodos e princípios estabelecidos no projeto, obterá a qualidade do sistema. Deve-se considerar que cada usuário é uma pessoa ímpar e, neste caso, não é prudente aplicar a avaliação individualmente para atestar isto. É necessário avaliar também o contexto onde ele está inserido. 



Nome: WESLEN POLIZELLI    RA: 516445

Fonte: Interface Homem-Máquina - Revista Engenharia de Software Magazine 47 http://www.devmedia.com.br/interface-homem-maquina-revista-engenharia-de-software-magazine-47/24013#ixzz3IIxQmdfs